{"id":15,"date":"2026-02-27T03:58:27","date_gmt":"2026-02-27T06:58:27","guid":{"rendered":"https:\/\/www.concertacaoamazonia.com.br\/rota26-30\/?page_id=15"},"modified":"2026-05-12T13:28:14","modified_gmt":"2026-05-12T16:28:14","slug":"home","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.concertacaoamazonia.com.br\/rota26-30\/","title":{"rendered":"Rota 26-30 – Uma Concerta\u00e7\u00e3o Pela Amaz\u00f4nia"},"content":{"rendered":"\t\t
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As Amaz\u00f4nias s\u00e3o territ\u00f3rios vivos, onde natureza e modos de vida se entrela\u00e7am. Com esse olhar, nasce a Rota 26\u201330: um espa\u00e7o que organiza conhecimento e experi\u00eancia, conecta vis\u00f5es diversas e transforma intelig\u00eancia coletiva em a\u00e7\u00f5es concretas e vi\u00e1veis.
Seu objetivo \u00e9 identificar prioridades e consolidar propostas para orientar decis\u00f5es dos setores p\u00fablico e privado nos pr\u00f3ximos anos.<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t

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CONHE\u00c7A OS GRANDES DEBATES PARA PENSAR,\nCONSTRUIR E CUIDAR DAS AMAZ\u00d4NIAS<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t
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Florestas<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t
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Restaura\u00e7\u00e3o<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t
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\u201cA restaura\u00e7\u00e3o come\u00e7a com uma retomada. Em um solo degradado, uma esp\u00e9cie pioneira nasce e atrai outras vidas. P\u00e1ssaros, insetos e animais trazem novas sementes, e o que era ch\u00e3o exposto torna-se novamente floresta. O primeiro passo exige coragem \u2014 mas \u00e9 ele que torna poss\u00edvel o retorno do coletivo.\u201d (Hadna Abreu, 2026)<\/figcaption>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t
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As florestas das Amaz\u00f4nias s\u00e3o muito mais do que paisagens naturais: sustentam a vida, a economia e o futuro do Brasil. Delas dependem o regime de chuvas, a produ\u00e7\u00e3o de alimentos, a gera\u00e7\u00e3o de energia, a estabilidade clim\u00e1tica e o bem-estar de milh\u00f5es de pessoas. Valorizar as florestas \u00e9, portanto, uma agenda estrat\u00e9gica para o desenvolvimento nacional.<\/p>

Nesse contexto, a abordagem do\u00a0cont\u00ednuo florestal<\/b><\/a>\u00a0prop\u00f5e uma vis\u00e3o integrada. Em vez de opor prote\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o, demonstra que ambas podem coexistir de forma respons\u00e1vel. Conserva\u00e7\u00e3o, restaura\u00e7\u00e3o e silvicultura s\u00e3o dimens\u00f5es complementares de um mesmo mosaico territorial, capaz de gerar valor ambiental, social e econ\u00f4mico.
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Cada Amaz\u00f4nia<\/a><\/b><\/span> possui realidades, desafios e voca\u00e7\u00f5es pr\u00f3prias. Por isso, iniciativas voltadas \u00e0 amplia\u00e7\u00e3o da cobertura florestal \u2014 por meio\u00a0<\/span>de estrat\u00e9gias de conserva\u00e7\u00e3o, restaura\u00e7\u00e3o ou manejo produtivo \u2014 devem ser desenhadas de modo a maximizar co-benef\u00edcios para os <\/span>amaz\u00f4nidas, para o pa\u00eds e para o clima global.<\/span><\/p>

Grande parte das \u00e1reas com potencial para cumprir metas nacionais de restaura\u00e7\u00e3o est\u00e1 nas Amaz\u00f4nias, que tamb\u00e9m apresentam indicadores sociais inferiores \u00e0 m\u00e9dia brasileira. Isso cria uma oportunidade estrat\u00e9gica para expandir a restaura\u00e7\u00e3o \u2014 com esp\u00e9cies nativas e ex\u00f3ticas, SAFs e outras abordagens \u2014 em \u00e1reas p\u00fablicas, Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o, Terras Ind\u00edgenas, assentamentos, territ\u00f3rios tradicionais e pequenas e m\u00e9dias propriedades. Al\u00e9m de contribuir para a mitiga\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica e a recupera\u00e7\u00e3o ambiental, essas iniciativas podem gerar emprego, renda e fortalecer economias territoriais.<\/p>

Persistem, contudo, barreiras \u00e0 chegada de recursos aos territ\u00f3rios, como entraves fundi\u00e1rios, governan\u00e7a fragmentada entre minist\u00e9rios, interpreta\u00e7\u00f5es limitadas sobre o potencial da restaura\u00e7\u00e3o, aus\u00eancia de mecanismos financeiros inovadores, mercado de carbono ainda incipiente e baixa integra\u00e7\u00e3o entre ci\u00eancia, tecnologia e cadeias produtivas.<\/p>

Ao reconhecer a floresta como ativo econ\u00f4mico e financeiro, sem dissoci\u00e1-la de seus valores ecol\u00f3gicos, culturais e sociais, Amaz\u00f4nia e Brasil podem estruturar uma nova l\u00f3gica de desenvolvimento, mobilizar investimentos e consolidar lideran\u00e7a global em economia de base florestal.<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t

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Propostas da Rede<\/span><\/span>%size%<\/small><\/span><\/a>\n<\/div>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t
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Sinais do Territ\u00f3rio<\/span><\/span>%size%<\/small><\/span><\/a>\n<\/div>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t
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Combate ao Desmatamento<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t
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\u201cEsta aquarela traz um apanhado de acontecimentos que ao longo das d\u00e9cadas v\u00eam se debru\u00e7ando sobre o corpo da floresta, neg\u00f3cios que n\u00e3o s\u00f3 derrubam \u00e1rvores e recortam os tapetes verdes, que sobrevoam avi\u00f5es, sat\u00e9lites e drones. N\u00e3o s\u00f3 violentam as senhoras, detentoras da sabedoria ancestral, nossas \u00e1rvores, mas tamb\u00e9m violentam os av\u00f3s que s\u00e3o os rios, e nisso, todos os outros seus habitantes. Entre ind\u00edgenas, ribeirinhos, macacos, p\u00e1ssaros, cobras e fungos, se desligam os fios que se conectam e que abastecem a terra e suas ra\u00edzes. As Amaz\u00f4nias s\u00e3o muitas, e os impactos tamb\u00e9m. H\u00e1 um clima que sinaliza esses movimentos, mas h\u00e1 tamb\u00e9m quem lute contra essas estruturas destrutivas. H\u00e1 quem freie ainda algumas dessas a\u00e7\u00f5es que perfuram o solo, o rio, o corpo da floresta. Mas at\u00e9 quando? Um dia o petr\u00f3leo n\u00e3o ser\u00e1 o suficiente, e as \u00e1guas n\u00e3o ter\u00e3o for\u00e7a para produzir energia. Que resposta daremos ao futuro, que solu\u00e7\u00f5es temos para que o hoje n\u00e3o esgote o amanh\u00e3?\u201d (Hadna Abreu, 2026) <\/figcaption>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t
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O combate ao desmatamento est\u00e1 diretamente relacionado \u00e0 seguran\u00e7a clim\u00e1tica, \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de alimentos, \u00e0 disponibilidade de \u00e1gua, \u00e0 gera\u00e7\u00e3o de energia e \u00e0 estabilidade econ\u00f4mica. A perda de florestas compromete os ciclos naturais que sustentam a vida e as atividades produtivas, ampliando vulnerabilidades sociais e reduzindo a capacidade de adapta\u00e7\u00e3o dos territ\u00f3rios.
O Brasil j\u00e1 demonstrou que \u00e9 poss\u00edvel reduzir o desmatamento de forma significativa por meio da combina\u00e7\u00e3o entre fiscaliza\u00e7\u00e3o, intelig\u00eancia territorial, \u00e1reas protegidas e mecanismos econ\u00f4micos. Ao mesmo tempo, os desafios atuais s\u00e3o mais complexos. Persistem incentivos associados \u00e0 convers\u00e3o florestal, fragilidades na governan\u00e7a territorial, ilegalidades ambientais e desalinhamentos entre pol\u00edticas ambientais, fundi\u00e1rias e produtivas.<\/p>

Os pr\u00f3ximos anos ser\u00e3o decisivos para manter a trajet\u00f3ria de redu\u00e7\u00e3o do desmatamento.Este debate busca identificar a\u00e7\u00f5es priorit\u00e1rias para transformar o combate ao desmatamento em uma pol\u00edtica de Estado duradoura, articulando governan\u00e7a territorial, incentivos econ\u00f4micos, engajamento do setor privado e fortalecimento de atividades produtivas sustent\u00e1veis nas Amaz\u00f4nias.<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t

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Veja o Documento-Base<\/span><\/span>6 MB<\/small><\/span><\/a>\n<\/div>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t
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Propostas da Rede<\/span><\/span>%size%<\/small><\/span><\/a>\n<\/div>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t
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Sinais do Territ\u00f3rio<\/span><\/span>%size%<\/small><\/span><\/a>\n<\/div>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t
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QUAL A SUA PROPOSTA PARA FLORESTAS? \n
PREENCHA ABAIXO E PARTICIPE DO DEBATE:<\/span><\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t
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